Com as eleições se aproximando no Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, como acontece tradicionalmente em anos eleitorais, o fechamento temporário do cadastro eleitoral. Esse processo faz parte do calendário oficial das eleições e acontece para que a Justiça Eleitoral organize e consolide os dados dos eleitores antes do período de votação.
As Eleições Gerais de 2026 acontecerão no dia 4 de outubro de 2026 (1º turno). Caso seja necessário segundo turno para presidente e governadores, ele acontecerá em 25 de outubro de 2026.
Na prática, isso significa que diversos serviços ficaram temporariamente suspensos desde 7 de maio, incluindo: emissão do primeiro título de eleitor, regularização de pendências eleitorais, transferência do domicílio eleitoral, atualização cadastral e cadastramento biométrico.

Para brasileiros que vivem fora do país, esse assunto merece atenção especial. Manter o título de eleitor regularizado vai além da participação nas eleições. Em alguns casos, a situação eleitoral regular pode ser exigida em procedimentos administrativos e serviços consulares, incluindo determinados documentos e serviços junto aos consulados brasileiros.
Outro ponto importante: brasileiros residentes no exterior podem transferir o domicílio eleitoral para o país onde vivem. Com isso, passam a votar nas eleições presidenciais em consulados e locais de votação designados no exterior.
E para quem perdeu o prazo: os serviços não ficarão suspensos para sempre. Segundo o calendário eleitoral divulgado pela Justiça Eleitoral, o cadastro eleitoral e os atendimentos devem ser retomados a partir de 3 de novembro de 2026, após a conclusão do processo eleitoral.
Muita gente só lembra do título quando precisa resolver algo no consulado ou quando a eleição está chegando. Por isso, a dica é simples: acompanhar a situação eleitoral com antecedência pode evitar dores de cabeça depois!
